Tratamento · Depressão · TCC · Rio de Janeiro e online

Depressão: sintomas e tratamento psicológico.

Terapia Cognitivo-Comportamental na forma de Ativação Comportamental, em cerca de 15 sessões, com o progresso medido por escalas. Atendo presencialmente em Botafogo, no Rio de Janeiro, e online pelo Google Meet para todo o Brasil e brasileiros no exterior.

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Resposta direta

Depressão (transtorno depressivo; CID-10 F32/F33, CID-11 6A70/6A71) é um quadro de tristeza ou perda de interesse que ocupa a maior parte do dia, quase todos os dias, por pelo menos duas semanas, com mudanças de sono, apetite, energia e concentração. No Brasil, 10,2% dos adultos relatam diagnóstico de depressão (PNS 2019; Brito et al., 2022). O tratamento psicológico com mais evidência é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): em 409 ensaios com mais de 52 mil pacientes, teve efeito moderado a grande (Cuijpers et al., 2023). Aqui ela é aplicada na forma de Ativação Comportamental (BA), integrada com FAP e ACT, em cerca de 15 sessões — reconhecida pela OMS, APA e NICE como tratamento psicossocial de primeira linha e com eficácia comparável à medicação em quadros mais graves (Dimidjian et al., 2006). Presencial em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, ou online para todo o Brasil e brasileiros no exterior.

A depressão faz a vida encolher — menos prazer, menos energia, menos realização. A Ativação Comportamental ensina a identificar os comportamentos que rebaixam, estabilizam e elevam o humor e, a partir desse mapa, a construir e sustentar uma rotina antidepressiva.

Quem atende

Maurício Araújo, psicólogo

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) · tratamento de depressão em adultos

CRP 05/80169 · conferir no CFP

Instituto InMind · Rua Real Grandeza, 108, sala 108 · Botafogo, Rio de Janeiro

Online pelo Google Meet para todo o Brasil e brasileiros no exterior

Agendamento pelo WhatsApp (21) 97170-3636 · nota fiscal para reembolso

Quer organizar o que está sentindo antes de conversar? Faça o PHQ-9 (depressão) e o GAD-7 (ansiedade): são gratuitos, levam 3 minutos e nada é salvo.

O mecanismo

O ciclo da depressão — e o ponto onde ele se rompe.

Toque em cada etapa do diagrama para entender o que acontece nela. O ciclo padrão se fecha sozinho porque a esquiva alivia no curto prazo; a intervenção não tenta eliminar o gatilho — ela substitui só a resposta.

Toque em qualquer etapa do diagrama para ver a explicação aqui.

Reconhecer-se é o primeiro passo

Quais são os sintomas da depressão?

Humor

Tristeza persistente

Humor rebaixado que se mantém na maior parte do dia, quase todos os dias, por semanas ou meses.

Prazer

Anedonia

Perda de interesse ou prazer em atividades que antes importavam — um sintoma central da depressão, e não apenas “estar cansado”.

Energia

Fadiga e cansaço

Uma fadiga que não passa com descanso, lentificação física e sensação de estar sem forças mesmo depois de dormir.

Cognição

Lentidão de pensamento

Dificuldade de concentração, memória e tomada de decisão — até tarefas simples parecem grandes demais.

Sono

Sono desregulado

Insônia inicial, despertares no meio da noite ou, ao contrário, hipersonia e dificuldade de levantar.

Corpo

Apetite alterado

Perda de apetite com emagrecimento ou, em outros casos, comer em excesso buscando alívio momentâneo.

Esquiva

Isolamento progressivo

Recusar convites, parar de responder mensagens, abandonar projetos — a vida vai encolhendo em volta da cama e da tela.

Também pode aparecer como: irritabilidade constante · sensação de vazio · culpa desproporcional · pensamentos de que “seria melhor não estar aqui”.

Se você tem pensado em se machucar ou não quer mais estar vivo

Isso é uma emergência de saúde — não fraqueza nem exagero. Ligue para o CVV: 188 (gratuito, sigiloso, 24h) ou procure o pronto-socorro mais próximo. Se estiver fora do Brasil, contate o serviço de emergência local.

Teste de depressão

Como saber se é depressão? Comece pelo PHQ-9.

O PHQ-9 é o questionário de depressão mais usado no mundo: nove perguntas sobre as últimas duas semanas, uma para cada sintoma da depressão. A partir de 10 pontos, ele indica sintomas que valem uma avaliação. Não dá diagnóstico, mas organiza o que você sente antes de conversar com um profissional. Explicação completa, faixas e o que fazer com o resultado em teste de depressão PHQ-9.

Teste de depressão · PHQ-9 · cerca de 3 minutos

Nas últimas 2 semanas, com que frequência você foi incomodado(a) por estes problemas?

  1. 1.Pouco interesse ou prazer nas atividades.
  2. 2.Sentindo-se para baixo, deprimido(a) ou sem esperança.
  3. 3.Dificuldade para pegar no sono, permanecer dormindo ou dormir demais.
  4. 4.Sentiu-se cansado(a) ou com pouca energia.
  5. 5.Falta de apetite ou comeu demais.
  6. 6.Sentiu-se mal consigo mesmo(a) — ou se achou um fracasso ou decepção.
  7. 7.Dificuldade de se concentrar nas coisas.
  8. 8.Lentidão para se movimentar ou falar ou ficou agitado demais, andando de um lado para outro.
  9. 9.Pensou em se ferir de alguma maneira ou que seria melhor estar morto(a).
0de 27 pontos · 0 de 9 respondidas

Responda as nove perguntas para ver em que faixa sua pontuação fica.

O PHQ-9 é um questionário de triagem, não de diagnóstico. Suas respostas ficam só no seu navegador e somem ao recarregar a página. Fonte: Kroenke, K., Spitzer, R. L., & Williams, J. B. W. (2001). Journal of General Internal Medicine, 16(9), 606-613. DOI: 10.1046/j.1525-1497.2001.016009606.x

Depressão no Brasil

Um em cada dez adultos já recebeu o diagnóstico.

Na Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 10,2% dos adultos brasileiros disseram ter recebido de um médico o diagnóstico de depressão. Em 2013 eram 7,6%. O número conta só quem chegou a ser diagnosticado: quem nunca procurou ajuda fica de fora.

10,2%

dos adultos com diagnóstico de depressão em 2019

7,6% → 10,2%

aumento entre as pesquisas de 2013 e 2019

14,7% × 5,1%

mulheres × homens: quase três vezes mais entre elas

8,1%

no estado do Rio de Janeiro; 11,5% no Sudeste

Fonte: Brito, V. C. A., et al. (2022). Prevalência de depressão autorreferida no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde 2019 e 2013. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 31(nspe1), e2021384. doi:10.1590/SS2237-9622202200006.especial

Nem toda tristeza persistente é isto

Depressão ou algo parecido?

Uma avaliação profissional é o único jeito de estabelecer um diagnóstico — mas entender as diferenças mais comuns já ajuda a situar o que você está sentindo.

Pode parecer depressãoO que ajuda a diferenciar
Burnout (esgotamento)Ligado a um contexto específico (trabalho); tende a melhorar ao se afastar do estressor.
LutoReação esperada a uma perda real; oscila e mantém, em momentos, a capacidade de sentir prazer.
Transtorno Bipolar (fase depressiva)Requer investigar histórico de episódios de humor elevado ou irritável (hipomania/mania).
Depressão pós-partoComeça na gravidez ou nos meses após o parto e vai além do baby blues, que costuma passar em cerca de duas semanas. Pede avaliação com o obstetra ou médico de família e acompanhamento psicológico.
Distimia (depressão persistente)Sintomas geralmente mais brandos, porém crônicos — presentes por 2 anos ou mais.

Apenas uma avaliação profissional pode estabelecer um diagnóstico.

Depressão não é uma coisa só

O protocolo

Ativação Comportamental, integrada a FAP e ACT.

O protocolo integra Ativação Comportamental (BA) com Psicoterapia Analítica Funcional (FAP) e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). O foco é o seu repertório único — não um diagnóstico padronizado.

01

Sessões

≈15 sessões

02

Duração

16 semanas

03

Modalidade

Individual

Os ensaios clínicos clássicos (Dimidjian et al., 2006) utilizam protocolos de 16 semanas. Na clínica, o protocolo é maleável às contingências do vínculo, orientado ao custo-efetividade — jornadas de cerca de 15 sessões.

As seis fases

O que fazemos em sessão.

Diagnóstico nosológico (com BDI-II para medir severidade) e avaliação funcional pelo modelo de Sturmey: mapeamos comportamentos-alvo, antecedentes e consequências para entender como o ambiente sustenta o quadro.

BDI-II quinzenal e escalas funcionais (BADS-SF, EROS, RPI) a cada 3–4 meses. Agenda semanal de atividades com notas de Prazer e Domínio (0–5) — você se compara consigo mesmo ao longo do tempo, em dados.

A motivação é consequência da ação, não pré-requisito. Transformamos explicações mentalistas (“não faço porque estou deprimido”) em explicações funcionais (“quando não faço, me sinto pior”).

Metáfora da mesa: valores como pernas que sustentam a saúde mental. Você inventaria áreas importantes da vida e elege tarefas de alta importância e baixa consistência para entrar na agenda.

Treino do GEE2: trocar a Esquiva Passiva por uma Ação de Enfrentamento que efetivamente modifique o ambiente — não basta se mexer, é preciso que a ação tenha consequência relevante.

Conforme a necessidade: FAP para modelar habilidades sociais in vivo na relação terapêutica; ACT (metáforas e desfusão) para quem fica preso em razões para não agir; módulos específicos para insônia e manejo de crises.

Experimente o princípio

Escolha sua primeira pequena ação.

Uma demonstração do que a Ativação Comportamental faz na prática — não é uma indicação clínica, é psicoeducação.

O que importa para você agora?

O que está difícil?

Escolha uma opção em cada campo acima para ver um exemplo de primeira ação.

Isso não é uma intervenção autônoma que substitui tratamento — é uma experiência psicoeducativa baseada no princípio da ativação. Só existe no seu navegador; nada é salvo.

Os 7 passos completos, com planejador da semana e o nível de evidência de cada um, estão no guia como sair da depressão com Ativação Comportamental.

O que a ciência diz

Qual é a eficácia da Ativação Comportamental?

Designada como primeira opção de tratamento psicossocial pela OMS, APA e NICE. Os números abaixo vêm diretamente dos estudos citados — conferidos na fonte primária, não copiados de segunda mão.

CritérioO que o estudo mostraFonte
TCC para depressão × controleEfeito moderado a grande (g = 0,79; IC95% 0,70–0,89), mantido no seguimento de 6 a 12 meses. Maior meta-análise já feita sobre um tipo de psicoterapia: 409 ensaios, 52.702 pacientes.Cuijpers et al. (2023), doi.org/10.1002/wps.21069
TCC × medicaçãoSem diferença no curto prazo; no seguimento de 6 a 12 meses, a TCC teve efeito maior (g = 0,34), com poucos estudos e resultado nem sempre significativo nas análises de sensibilidade.Cuijpers et al. (2023), mesmo DOI acima
Depressão grave, fase agudaAtivação Comportamental comparável à paroxetina; ambas superaram a Terapia Cognitiva clássica de Beck. Ensaio randomizado, N=241.Dimidjian et al. (2006), doi.org/10.1037/0022-006X.74.4.658
Eficácia geral vs. controleSMD −0,74 (IC95% −0,91 a −0,56) — 25 estudos, N=1088.Ekers et al. (2014), doi.org/10.1371/journal.pone.0100100
Eficácia vs. medicaçãoSMD −0,42 (IC95% −0,83 a −0,00) — apenas 4 estudos, N=283; certeza baixa pelo k pequeno.Ekers et al. (2014), mesmo DOI acima
Prevenção de recaída (1–2 anos)Tão eficaz quanto continuar em medicação; numericamente melhor do que retirar a medicação, mas essa diferença específica não foi estatisticamente significativa.Dobson et al. (2008), doi.org/10.1037/0022-006X.76.3.468

Como sabemos que o tratamento está funcionando

Não é a impressão de uma boa ou má semana — é acompanhamento estruturado, na mesma cadência para todo paciente.

Semanal

Agenda de Prazer e Domínio (escala 0–5)

cada atividade registrada.

A cada 3–4 meses

BADS-SF, EROS, RPI

escalas funcionais de ativação e reforço.

Expectativas honestas

Depressão tem cura? Quanto tempo leva?

Depressão é tratável, e muita gente fica sem sintomas. A palavra “cura”, porém, promete mais do que os estudos mostram: a depressão pode voltar, e por isso o tratamento termina com um plano de prevenção de recaída. Os números abaixo, de 228 ensaios clínicos, mostram o que esperar.

O que esperar

Com psicoterapia, 41% respondem em cerca de dois meses, contra 16–17% sem ela.

Porcentagem de pessoas com depressão, em ensaios que compararam psicoterapia com grupos de controle.

Resposta em cerca de 2 meses · sintomas caem pela metade ou mais

Psicoterapia
41%
Cuidado usual
17%
Lista de espera
16%

Remissão · praticamente sem sintomas

Psicoterapia
cerca de 1/3
Sem psicoterapia
7–13%

Piora · sintomas aumentam de forma confiável

Psicoterapia
5%
Sem psicoterapia
12–13%

Fonte: Cuijpers, P., et al. (2021). The effects of psychotherapies for depression on response, remission, reliable change, and deterioration: a meta-analysis. Acta Psychiatrica Scandinavica, 144(3), 288-299. doi:10.1111/acps.13335. Faixas mostram o intervalo entre os grupos de controle.

Quanto tempo. Na Ativação Comportamental, a melhora costuma começar quando a rotina volta a ter atividades com sentido, ainda nas primeiras semanas. O protocolo aqui tem cerca de 15 sessões, e a evolução é medida com escalas para saber se o caminho está funcionando.

Se não melhorar. Mais da metade das pessoas não responde à primeira tentativa, com qualquer tratamento. Isso não quer dizer que nada funciona: ajustar o plano, somar avaliação psiquiátrica ou combinar tratamentos faz parte (Cuijpers et al., 2021).

Recaída. Em dois anos de acompanhamento, quem fez Ativação Comportamental se protegeu da recaída de forma parecida com quem continuou tomando antidepressivo (Dobson et al., 2008). Reconhecer cedo os sinais de que o humor está caindo é parte do que se aprende na terapia.

Tratamento online

Terapia online para depressão funciona?

Sim. Nos estudos que compararam psicoterapia por vídeo com a presencial para depressão, a eficácia e a taxa de abandono foram semelhantes. A Ativação Comportamental se adapta bem ao online: a agenda de atividades, as tarefas entre sessões e as escalas de acompanhamento são as mesmas.

Atendo online pelo Google Meet pessoas de todo o Brasil e brasileiros no exterior. Quem prefere o consultório é atendido em Botafogo, no Rio de Janeiro.

PerguntaO que o estudo mostraFonte
Psicoterapia por vídeo × presencial para depressãoEficácia aproximadamente igual (g = 0,04; IC95% −0,12 a 0,20) e taxas de abandono semelhantes (OR 1,07).Giovanetti et al. (2022), Telemed. J. E-Health
TCC remota com terapeuta × presencialPouca ou nenhuma diferença de eficácia (SMD −0,02; IC95% −0,12 a 0,07) em 54 ensaios randomizados com 5.463 pacientes — 17 deles sobre ansiedade e 14 sobre depressão. Certeza moderada.Zandieh et al. (2024), CMAJ
Vínculo terapêutico por vídeoSem diferença estatística na aliança terapêutica entre vídeo e presencial, avaliada por pacientes (SMD −0,09) e por terapeutas (SMD 0,04).Seuling et al. (2023), J. Telemed. Telecare

Nem todo estudo concorda: uma meta-análise de 2024 encontrou pequena vantagem do presencial para depressão, com evidência de baixa qualidade (Kelber et al., 2024). Em quadros graves, a escolha do formato é conversada caso a caso.

Mesmo protocolo

A TCC para depressão online segue a mesma estrutura do presencial: avaliação, formulação, exercícios entre sessões e medição por escalas.

Google Meet, com sigilo

Sessões por videochamada no Google Meet, com você em um espaço privado. O sigilo profissional vale igual ao do consultório.

Brasil e exterior

Atendimento em português para quem mora em qualquer estado do Brasil e para brasileiros que vivem fora do país.

Como funcionam o agendamento, a plataforma e o atendimento a quem mora fora do Rio: terapia online com TCC.

No Rio de Janeiro

Terapia cognitiva para depressão no Rio de Janeiro.

O atendimento presencial é no Instituto InMind, na Rua Real Grandeza, 108, sala 108, em Botafogo, perto da estação de metrô Botafogo — de fácil acesso para quem mora na Zona Sul e no Centro. Para quem mora em outros bairros, em Niterói ou na Barra, veja o guia psicólogo para depressão no Rio de Janeiro. Detalhes do consultório em psicólogo para depressão em Botafogo. Fora do Rio ou do Brasil, veja terapia online para depressão.

Onde buscar tratamento para depressão no Rio

CaminhoPara quêComo acessar
SUS — Clínica da Família ou unidade básicaPorta de entrada: avaliação, acompanhamento e encaminhamentoNa unidade de referência do seu endereço
SUS — CAPSQuadros graves e persistentes, com equipe multiprofissionalPor encaminhamento ou procura direta, conforme a unidade
Psicólogo particularPsicoterapia com protocolo, frequência semanal e escolha do profissionalContato direto; nota fiscal para pedir reembolso ao plano
PsiquiatraAvaliação para medicação, sobretudo em quadros moderados a gravesRede pública, plano de saúde ou particular
UrgênciaRisco à vida ou crise agudaCVV 188 · SAMU 192 · UPA ou pronto-socorro

Custos e reembolso: quanto custa um psicólogo particular no Rio e particular ou convênio.

Quando vêm juntas

Ansiedade e depressão juntas: sintomas e tratamento.

É muito comum. Em um estudo holandês que acompanhou 1.209 pacientes por dois anos, 455 tinham os dois quadros juntos. Nesse grupo, o episódio durou mais de 24 meses (mediana) e 56,8% tiveram curso crônico, contra 24,5% entre quem tinha só depressão (Penninx et al., 2011).

Os sintomas se misturam: tristeza, desânimo e perda de interesse (do lado da depressão) convivem com preocupação que não desliga, tensão muscular, irritabilidade e sono picado (do lado da ansiedade). Cansaço e dificuldade de concentração aparecem nos dois. Para separar uma coisa da outra, dois questionários breves ajudam a organizar o quadro antes da consulta — o PHQ-9 e o GAD-7, em testes de rastreio.

Por isso a avaliação inicial investiga os dois, e o plano trata os dois: a Ativação Comportamental para o humor e, quando a preocupação excessiva também pesa, técnicas do protocolo de ansiedade generalizada.

Depressão moderada a grave

Quando somar acompanhamento psiquiátrico?

Em depressão moderada a grave, com prejuízo importante no trabalho ou em casa, ou quando já houve episódios anteriores, a avaliação psiquiátrica entra na conversa. A combinação costuma ajudar: somar psicoterapia à medicação foi mais eficaz do que a medicação isolada, com efeito mantido por até dois anos (Cuijpers et al., 2014).

A meta-análise de 2023 confirma a vantagem do tratamento combinado sobre a medicação sozinha (g = 0,51 no curto prazo), mas não encontrou vantagem sobre a TCC sozinha (Cuijpers et al., 2023). A decisão é individual. Veja também psicólogo ou psiquiatra e o protocolo para depressão resistente ao tratamento.

Remédio e terapia: quem decide o quê. Antidepressivo é receitado e ajustado pelo psiquiatra; psicólogo não prescreve medicação. Para quem quer, um dia, deixar o remédio, a psicoterapia ajuda: em uma análise de dados individuais de ensaios clínicos, fazer terapia durante ou depois da retirada gradual, orientada pelo médico, protegeu contra recaída de forma parecida com continuar no antidepressivo (Breedvelt et al., 2021). Nunca pare ou troque o remédio por conta própria. Se o antidepressivo não está fazendo efeito, veja o que pode estar acontecendo.

Antes de começar

Como escolher um psicólogo para depressão?

  1. 01

    O registro está ativo?

    Todo psicólogo precisa de CRP ativo. Dá para conferir pelo nome no Cadastro Nacional de Psicólogos, no site do Conselho Federal de Psicologia.

  2. 02

    A abordagem tem evidência para depressão?

    TCC e Ativação Comportamental estão entre as psicoterapias mais estudadas para depressão. Pergunte qual método será usado e por quê.

  3. 03

    O progresso é medido?

    Escalas como o BDI-II, aplicadas ao longo do tratamento, mostram se a terapia está funcionando — em vez de depender só da impressão da semana.

  4. 04

    Há um plano e uma duração estimada?

    Um tratamento estruturado tem objetivos combinados e uma previsão de sessões, revista conforme a evolução.

  5. 05

    O profissional sabe quando indicar psiquiatria?

    Em quadros moderados a graves, ou com risco, a avaliação médica precisa entrar. Isso deve ser dito com clareza.

Cadastro Nacional de Psicólogos (CFP) · Guia geral: como escolher um psicólogo

Para família e amigos

Como ajudar alguém com depressão.

Quem está deprimido costuma se afastar justamente de quem poderia ajudar. Presença constante e ajuda concreta valem mais do que conselhos.

O que ajuda

  • Dizer que percebeu a mudança e que se importa, sem cobrar explicação.
  • Ouvir sem pressa e sem tentar resolver tudo na mesma conversa.
  • Oferecer ajuda prática: marcar a consulta junto, acompanhar no primeiro dia, dividir uma tarefa.
  • Convidar para coisas pequenas, aceitar o “não” e convidar de novo outro dia.
  • Perguntar diretamente se a pessoa tem pensado em morrer. Perguntar não aumenta o risco e abre espaço para pedir ajuda.

O que atrapalha

  • “É só ter força de vontade” ou “anima, isso passa”.
  • Comparar com quem “tem problemas de verdade”.
  • Cobrar produtividade ou marcar prazo para a pessoa melhorar.
  • Tratar terapia ou remédio como fraqueza.
  • Prometer guardar segredo quando a pessoa fala em se machucar.
Se a pessoa fala em morrer, se despede ou parece ter um plano, não a deixe sozinha: ligue para o CVV (188) ou o SAMU (192), ou leve-a a uma emergência. Cuide também de você: ajudar alguém com depressão cansa, e conversar com um profissional ajuda quem cuida.

Sobre perguntar a respeito de suicídio: Dazzi, T., et al. (2014). Psychological Medicine, 44(16), 3361-3363. doi:10.1017/S0033291714001299

Retrato profissional do psicólogo Maurício Araújo

Quem conduz o tratamento

Conheça o terapeuta

Maurício Araújo

Psicólogo · Especialista em TCC

Atendimento presencial em Botafogo (Instituto InMind) e online para todo o Brasil e brasileiros no exterior. Trabalha com Ativação Comportamental para depressão em parceria com o protocolo de Depressão Resistente ao Tratamento conduzido com o Dr. David Sosa.

  • CRP 05/80169
  • Membro Associado ATC-Rio
  • Membro FBTC
  • Formação UNESA · USP

Revisado em 12/10/2026 · Próxima revisão programada: outubro de 2027

Já tentou medicação e psicoterapia sem a resposta esperada?

Pode ser hora de considerar depressão resistente ao tratamento — protocolo integrado com cetamina, conduzido em parceria com o Dr. David Sosa no Instituto InMind.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Entendendo

Sim. Tristeza é uma emoção passageira, geralmente ligada a um evento. Depressão é um quadro mais persistente e generalizado, que afeta sono, energia, concentração e interesse por praticamente tudo, na maior parte dos dias, por semanas ou meses.

Sim — fadiga, alterações de sono e apetite, dores difusas e lentidão física são comuns e, às vezes, chegam antes dos sintomas de humor.

Sim, é um transtorno mental reconhecido nas classificações médicas: na CID-10, episódio depressivo é F32 e transtorno depressivo recorrente é F33; na CID-11, os códigos são 6A70 (episódio único) e 6A71 (recorrente). Ter o diagnóstico não é fraqueza nem falta de força de vontade; é um quadro comum e tratável.

Na depressão predominam tristeza, perda de interesse e falta de energia; na ansiedade, preocupação, tensão e medo do que pode acontecer. Os dois aparecem juntos com muita frequência. Dois questionários breves ajudam a organizar o que você sente: o PHQ-9 (depressão) e o GAD-7 (ansiedade), disponíveis em testes de rastreio. O diagnóstico, porém, depende de uma avaliação profissional.

Sim. O PHQ-9 é o questionário mais usado no mundo: nove perguntas sobre as últimas duas semanas, gratuito e com resultado na hora. A partir de 10 pontos, indica sintomas que valem uma avaliação. Ele está nesta página e em teste de depressão PHQ-9, com a explicação de cada faixa. É um rastreio, não um diagnóstico.

A tendência é durar mais, voltar com mais facilidade e pesar cada vez mais no trabalho, nos estudos e nas relações. Quando vem junto com ansiedade, o curso crônico é mais comum: em um estudo que acompanhou pacientes por dois anos, 56,8% dos que tinham os dois quadros evoluíram de forma crônica, contra 24,5% dos que tinham só depressão (Penninx et al., 2011). Pensamentos de morte pedem ajuda imediata: CVV 188 ou SAMU 192.

Tratamento

Depressão é tratável, e muitas pessoas ficam sem sintomas. Em 228 ensaios clínicos, cerca de um terço dos pacientes ficou praticamente sem sintomas com psicoterapia, contra 7% a 13% sem ela (Cuijpers et al., 2021). Como a depressão pode voltar, o tratamento inclui um plano de prevenção de recaída. Desconfie de quem promete cura garantida.

Varia com a intensidade e a história de cada pessoa. Com psicoterapia, cerca de 41% respondem (sintomas caem pela metade) em uns dois meses (Cuijpers et al., 2021). O protocolo de Ativação Comportamental aqui tem cerca de 15 sessões, e a evolução é medida com escalas; se a melhora não vem, o plano é revisto.

O protocolo é estruturado em cerca de 15 sessões ao longo de 16 semanas, com base nos ensaios clínicos de referência — mas é ajustado ao ritmo e às contingências de cada caso.

Não — é exatamente o contrário do que o protocolo propõe. A ideia central é agir antes de esperar a motivação, porque o ânimo costuma vir como consequência da ação, não como pré-requisito para ela.

Sim — por ter base prática e concreta, funciona mesmo para pacientes com dificuldades de concentração, memória e raciocínio provocadas pela própria depressão. Em quadros mais graves, mostrou-se comparável à medicação (Dimidjian et al., 2006).

Sim. As sessões online são pelo Google Meet, para todo o Brasil e para brasileiros no exterior, com a mesma estrutura do presencial em Botafogo, no Rio de Janeiro. Estudos que compararam os dois formatos para depressão encontram eficácia semelhante.

Confira se o registro no CRP está ativo (no Cadastro Nacional de Psicólogos do CFP), se a abordagem tem evidência para depressão — como a TCC e a Ativação Comportamental —, se o progresso é medido com escalas e se o profissional sabe quando indicar avaliação psiquiátrica.

Qualquer psicólogo com CRP ativo pode atender depressão, mas vale procurar quem trabalha com uma abordagem testada para o quadro — Terapia Cognitivo-Comportamental, Ativação Comportamental ou Terapia Interpessoal — e que mede a evolução com escalas. No Rio, atendo em Botafogo (Instituto InMind) e online, com TCC na forma de Ativação Comportamental.

Não existe uma única para todos. A Terapia Cognitivo-Comportamental é a mais estudada: em 409 ensaios com mais de 52 mil pacientes, teve efeito moderado a grande e eficácia semelhante à dos antidepressivos no curto prazo (Cuijpers et al., 2023). A Ativação Comportamental, uma de suas formas, mostrou resultado comparável ao antidepressivo em depressão mais grave (Dimidjian et al., 2006). A escolha também depende da gravidade, da sua história e da relação com o profissional.

No Rio de Janeiro

No Instituto InMind, na Rua Real Grandeza, 108, sala 108, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, perto da estação de metrô Botafogo.

A porta de entrada é a Clínica da Família ou a unidade básica de saúde do seu bairro, que avalia o caso e encaminha quando necessário. Quadros graves e persistentes podem ser acompanhados nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial). Em emergência, ligue 192 (SAMU) ou procure uma UPA.

O atendimento é particular, com nota fiscal que pode ser usada para pedir reembolso ao plano, conforme as regras de cada operadora. Vale confirmar com o seu plano antes de começar.

Medicação

Depende do caso. A escolha entre psicoterapia, medicação ou os dois combinados é individualizada — considera gravidade, histórico e preferência da pessoa. Nem sempre é preciso escolher entre um e outro.

Antidepressivo é receitado por médico, em geral o psiquiatra (ou o médico de família na atenção básica). Psicólogo não prescreve medicação. O que o psicólogo faz é avaliar, tratar com psicoterapia e indicar avaliação psiquiátrica quando o quadro é moderado a grave, quando há risco ou quando a terapia sozinha não está bastando. Nunca comece, troque ou pare um antidepressivo por conta própria.

Sim — é uma combinação comum e, em muitos casos, recomendada. O acompanhamento aqui pode ser integrado com avaliação psiquiátrica quando fizer sentido para o caso.

Vida cotidiana

Com instrumentos padronizados (BDI-II quinzenal, escalas funcionais a cada 3–4 meses) e uma agenda semanal de atividades com notas de Prazer e Domínio — você se compara consigo mesmo, em dados, ao longo do tempo.

Isso faz parte do processo, não é uma falha. As tarefas são recalibradas em sessão — o objetivo é encontrar o tamanho certo de ação, não cumprir uma lista a qualquer custo.

Família e amigos

Diga que percebeu a mudança e que se importa, ouça sem pressa, ofereça ajuda prática (como marcar a consulta junto) e convide para coisas pequenas sem pressionar. Evite frases como 'é só ter força de vontade'. Pergunte diretamente se a pessoa tem pensado em morrer: perguntar não aumenta o risco. Se houver risco, não a deixe sozinha e ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU).

Segurança

Procure ajuda imediatamente: CVV — 188 (gratuito, sigiloso, 24h) ou o pronto-socorro mais próximo. Isso é uma emergência de saúde, e vale buscar apoio mesmo antes de qualquer sessão agendada.

Um retrato do seu momento

Como a depressão está impactando tua vida.

25 perguntas rápidas, em 6 áreas da vida, sobre o quanto você está satisfeito(a) com cada uma agora — antes de qualquer explicação sobre tratamento. Não é um teste nem um diagnóstico: é um retrato de um momento, útil como ponto de partida.

Quanto você está satisfeito(a) com sua aparência (estética e forma de se vestir)?

3
Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua saúde física?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu vigor e disposição?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com o tempo que dedica ao autocuidado (alimentação, higiene, exercício)?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com suas características pessoais (valores, personalidade, jeito de ser)?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com as habilidades e competências que você desenvolveu?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua vida familiar?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua vida íntima (afeto, romance, companheirismo)?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com suas amizades?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua capacidade de socialização?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu crescimento intelectual (estudo, aprendizado)?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu trabalho ou atividade ocupacional?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu projeto e condução de carreira?

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Quanto você está satisfeito(a) com seus momentos de lazer?

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Quanto você está satisfeito(a) com suas diversões?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seus hobbies e passatempos?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua capacidade financeira para manter sua qualidade de vida?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com os bens que adquiriu ou de que desfruta?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua segurança financeira e material?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua independência financeira?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com suas ideologias ou sua filosofia de vida?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com suas metas de conquista e realização?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com sua espiritualidade ou conexão com propósitos maiores que você mesmo, quando isso fizer sentido para você?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu estilo de vida?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Quanto você está satisfeito(a) com seu engajamento em causas que você considera importantes?

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Nada satisfeitoTotalmente satisfeito

Síntese

Dimensão pessoal18/30 · 60%
Dimensão interpessoal12/20 · 60%
Dimensão ocupacional9/15 · 60%
Dimensão recreativa9/15 · 60%
Dimensão material12/20 · 60%
Dimensão existencial15/25 · 60%

Faltam 25 de 25 perguntas para a síntese completa.

Nada aqui é enviado a nenhum servidor — suas respostas só existem no seu navegador, nesta página, e se perdem ao recarregar. É uma ferramenta de autorreflexão sobre satisfação percebida, não um instrumento diagnóstico; uma dimensão com pontuação mais baixa pode ser só um bom ponto de partida para conversar em consulta.

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Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação profissional individual. As ferramentas interativas desta página (Inventário de Satisfação com a Vida, Simulador de ação) são demonstrações psicoeducativas, não instrumentos de diagnóstico, e não enviam dado algum a servidor. Em caso de risco à vida, ligue para o CVV (188) ou procure atendimento de emergência.