Teste · Autoestima · Escala de Rosenberg · gratuito e anônimo

Teste de autoestima: Escala de Rosenberg.

Dez frases, resultado de 0 a 30 na hora e nada salvo. A Escala de Rosenberg é a medida de autoestima mais usada no mundo e tem versões adaptadas no Brasil. Ela não dá diagnóstico, mas mostra como você se avalia hoje.

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Resposta direta

Para medir sua autoestima, responda a Escala de Autoestima de Rosenberg: dez frases sobre o quanto você se valoriza e se aceita, como “eu acho que tenho muitas boas qualidades” e “às vezes, eu me sinto inútil”. A pontuação vai de 0 a 30; abaixo de 15 costuma ser lido como autoestima baixa. A escala foi aplicada em 53 países (Schmitt e Allik, 2005) e adaptada no Brasil (Sbicigo et al., 2010; Hutz e Zanon, 2011). Ela não tem ponto de corte clínico e não é diagnóstico.

O teste

Responda pensando em como você costuma se sentir.

Não há resposta certa. Marque a primeira opção que parecer verdadeira para você. Leva cerca de dois minutos.

Rosenberg · 10 perguntas · cerca de 2 min

Leia cada frase e indique o quanto você concorda ou discorda dela, pensando em como você costuma se sentir.

  1. 1.Sinto que sou uma pessoa de valor como as outras pessoas.
  2. 2.Eu sinto vergonha de ser do jeito que sou.
  3. 3.Às vezes, eu penso que não presto para nada.
  4. 4.Sou capaz de fazer tudo tão bem como as outras pessoas.
  5. 5.Levando tudo em conta, eu me sinto um fracasso.
  6. 6.Às vezes, eu me sinto inútil.
  7. 7.Eu acho que tenho muitas boas qualidades.
  8. 8.Eu tenho motivos para me orgulhar na vida.
  9. 9.De um modo geral, eu estou satisfeito(a) comigo mesmo(a).
  10. 10.Eu tenho uma atitude positiva com relação a mim mesmo(a).

0 de 10 respondidas. O resultado aparece aqui quando você terminar.

Rastreio, não diagnóstico. Suas respostas ficam só no seu navegador e somem ao recarregar a página. Referência: Rosenberg M (1965), Society and the adolescent self-image, Princeton University Press. Itens da versão brasileira de Sbicigo, Bandeira e Dell'Aglio (2010), Psico-USF 15(3), 395-403, com as quatro opções de resposta da escala original, como na revisão de Hutz e Zanon (2011). Uso livre para fins educacionais e de pesquisa.

Como interpretar

O que o resultado quer dizer.

ResultadoFaixaPróximo passo sugerido
0–14Autoestima baixaVale conversar com um psicólogo, principalmente se a autocrítica vem junto com tristeza, ansiedade ou dificuldade nas relações. Responder o teste de depressão (PHQ-9) também ajuda.
15–25Autoestima na faixa usualNenhuma ação necessária pelo teste. Se a cobrança aparece forte em uma área específica, como trabalho, corpo ou relacionamentos, isso pode ser trabalhado de forma direta.
26–30Autoestima altaVocê se avalia bem no geral. A escala não mede vaidade nem arrogância, só o quanto você se aceita e se valoriza.

Pontuação de 0 a 30, com as frases 2, 3, 5 e 6 invertidas. A Escala de Rosenberg não tem ponto de corte clínico validado; as faixas acima são a referência de leitura mais usada com a versão original. Os itens são os da versão brasileira de Sbicigo et al. (2010), com as quatro opções de resposta da escala original.

O que dizem os estudos

A Escala de Rosenberg é confiável?

É a escala de autoestima com mais estudos no mundo, incluindo amostras grandes no Brasil.

Autoestima baixa prevê depressão

Reunindo 77 estudos longitudinais, a autoestima baixa previu depressão no futuro com efeito duas vezes maior do que o caminho contrário. Com a ansiedade, a relação foi parecida nos dois sentidos.

Sowislo e Orth, 2013, Psychological Bulletin

De onde vem

Autoestima, autocrítica e relações

A autoestima baixa raramente aparece sozinha. Ela costuma vir com autocrítica constante, perfeccionismo, medo de rejeição e uma tendência a aceitar menos do que se merece nas relações. Na terapia cognitivo-comportamental, esses padrões são vistos como crenças aprendidas, que podem ser examinadas e mudadas com prática.

Se você se reconhece em relações em que se anula para não perder o outro, leia dependência emocional e por que repito os mesmos padrões nos relacionamentos. Quando o padrão é antigo, a terapia do esquema é uma das abordagens usadas. Se a autoestima baixa vem com tristeza e falta de energia, faça também o teste de depressão (PHQ-9).

O que o teste não faz

Quando o resultado engana.

  • Sem ponto de corte clínico

    As faixas são referência de leitura; o que importa mais é quais frases pesaram.

  • Mede a autoestima geral

    Alguém pode se sentir bem no geral e muito inseguro em uma área específica, como corpo ou trabalho.

  • Momento atual

    Uma fase de crise, como um término ou uma demissão, baixa a pontuação temporariamente.

  • Não é diagnóstico

    Autoestima baixa não é transtorno, mas pode acompanhar depressão e ansiedade.

Outros questionários gratuitos (depressão, ansiedade, TDAH, burnout, bipolaridade e autismo) estão em testes de saúde mental.

Depois do teste

O resultado pede avaliação. E agora?

Leve a pontuação para a primeira conversa. Atendo adultos em Botafogo, no Rio de Janeiro, e online, com terapia cognitivo-comportamental.

Quem atende

Maurício Araújo, psicólogo

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) · tratamento de baixa autoestima e autocrítica em adultos

CRP 05/80169 · conferir no CFP

Instituto InMind · Rua Real Grandeza, 108, sala 108 · Botafogo, Rio de Janeiro

Online pelo Google Meet para todo o Brasil e brasileiros no exterior

Agendamento pelo WhatsApp (21) 97170-3636 · nota fiscal para reembolso

Quando procurar ajuda imediata

Se você está pensando em se machucar ou em não estar mais vivo(a), ligue para o CVV no 188 (24 horas, gratuito) ou fale pelo chat em cvv.org.br. Em risco imediato, ligue para o SAMU no 192 ou vá a uma UPA ou emergência. Fora do Brasil, use o número de emergência do país onde você está. Teste online e psicoterapia agendada não são serviços de emergência.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Alguns sinais são autocrítica constante, sensação de valer menos que os outros, dificuldade de aceitar elogios, medo de errar e de ser rejeitado e necessidade de aprovação para se sentir bem. A Escala de Rosenberg mede isso em 10 frases: de 0 a 30, pontuações abaixo de 15 costumam ser lidas como autoestima baixa.

É um questionário de 10 frases criado pelo sociólogo Morris Rosenberg em 1965 para medir a autoestima global, isto é, a avaliação geral que a pessoa faz de si mesma. É a escala de autoestima mais usada em pesquisa no mundo e foi aplicada ao mesmo tempo em 53 países.

Cada frase vale de 0 (discordo totalmente) a 3 (concordo totalmente). Nas quatro frases negativas, como 'às vezes, eu me sinto inútil', a pontuação é invertida. A soma vai de 0 a 30: quanto maior, mais alta a autoestima.

Não. Autoestima é um traço que varia de pessoa para pessoa e ao longo da vida, e não é um diagnóstico. Mas a autoestima baixa aumenta o risco de depressão: uma meta-análise com 77 estudos mostrou que ela prevê depressão no futuro, mais do que o contrário (Sowislo e Orth, 2013).

Sim. A terapia cognitivo-comportamental trabalha os pensamentos automáticos de autocrítica, as regras rígidas ('preciso ser perfeito para ter valor') e os comportamentos que mantêm a autoestima baixa, como evitar desafios ou buscar aprovação o tempo todo. Quando o padrão é antigo e aparece em várias relações, a terapia do esquema também pode ajudar.

Não. A escala não foi feita para diagnosticar, e as faixas usadas aqui (abaixo de 15, de 15 a 25 e acima de 25) são uma referência de leitura, não um critério clínico. O mais útil é olhar quais frases você marcou mais negativamente.

Não. O teste roda só no seu navegador: nenhuma resposta é enviada, salva ou compartilhada, e tudo some ao recarregar a página.

Quer conversar sobre o resultado?

Agende pelo WhatsApp uma avaliação no consultório em Botafogo ou online.